sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Quando Viuvo

Amanhã acaba o ano de 2011. Continuo com minhas obscuridades poéticas e certos bloqueios. Não consigo escrever, não tenho inspiração. Chamo isso de priguiça.
Sim! Eu não quero fazer nada!

Mas não quero mais morrer...

Sabe, agora estou apaixonado. Sentindo toda vontade e passagem, vivendo algo belo e inesquecível. Toda belezinha alucinante de um romance ideal. Foi quando o destino me viu cansado e me fez viuvo da dor que me acompanhou por todo esse tempo. De repente o sol abriu, as flores nasceram e tudo ficou lindo. Não é impressionante?

Tentei ser triste, não me achar digno... Mas não tenho escolhas. Devo terminar esse texto e tenho uma compulsão por verdade, e em verdade eu vos digo: Estou Apaixonado! Um amor que é correspondido, dramatizado, enfatizado e inconseqüente. Daqueles que a Mãe implica, que o ciúme arde e por mais que pareça sofrer, te faz amar sempre mais. Isso basta.

A felicidade é simples, o amor é fato.
Obrigado por existir!

domingo, 26 de dezembro de 2010

retrospectando

Dias atrás experimentei outra técnica, seria um novo tratamento, finalmente uma Regressão - tão sonhada desde a infância. Pena não ter como contabilizar lembranças, nem re-ativar sonhos. Analisar o passado, hoje, não faria tanto sentido. A sensação perdida não vai encontrar sabor algum no já feito, seria um retrocesso. O que é. Mas foi renomeada crise da eterna síndrome de Peter Pan, uma vagabundagem barata, comodismo. Priguiça, palavra de pecado gostoso, com um leve desprazer. Não lembrar que o tempo é um senhor que não para, lá estava eu de novo sentado na beira do rio. Pensando.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

No Analista

Hoje estou com sono.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

*Obrigado pelo "lindos" ^^ A gente se fala sim o/

foi exatamente assim que nossa primeira conversa virtual de fato chegou ao fim. Caindo de sono, estou escrevendo esse post como demonstração da minha psicose paranóica com o platonismo absoluto do meu ser. Também estou ouvindo um programa "Conexão Católica" falando sobre caspa e dermatite seborreica dica do http://minhapeleemelhorqueasua.blogspot.com/ mas enfim, isso é bobagem perto do que estou sentindo...
Sentindo o que?
Do alto da Chapada do Corisco?
Isso pode ter duplo sentido.
Mas preciso ter paciência, é dificil se perceber em outra geração. Mas é a realidade!

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Decisões Poéticas

sobre as artimanhas da natureza

Então, um belo dia você se encanta por um sorriso. É impossível saber de onde vem o deja vu, da paixonite ou se realmente aquela pessoa já cruzou o seu caminho... Mas "eu lembraria".
Sim, é o grande amor da minha vida dessa semana!

É provável que essa seja mais uma infeliz prática do começo de período. A universidade se enche de "carne nova" e é natural e possível que o amor arrebate, que os hormônios irradiem. Que o sexo reine! Sexo?

O sexo é o grande culpado. As pessoas se drogam, mas o sexo é melhor. As pessoas se amam e é tudo por causa do sexo. Essa prática rege o comportamento social, ou seja sexual. Sexo-sexo-sexo. Mais que uma vontade de reproduzir, é uma necessidade de produzir... sensações. E o corpo produz sonhos, vontades e anseios. Quando é que eu vou transar?

Mas tudo isso por causa de uma paixonite? Ando muito mal-amado. Talvez nem amado seja, não como o grande amor dessa semana que passou que encontrou um amor exatamente há 4 meses. Me comove o amor dos outros, até porque sei o quão é patético amar.

Mas é lindo seu sorriso quando se sente amado. E foi decepcionante saber que o seu signo não bate com o meu... Quero alguém de Aries, Escorpião... Sagitário jamais, cancer talvez, mas vai ser um tremendo esforço. Por isso continuo no meu principio de amores semanais. No dia em que o meu olhar coincidir com o olhar de alguém que também encontrou alguém, enfim, saberei qual signo é mais interessante.

Se é que já não sei...
[acabou meu tempo, não pude ser coerente ]

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Verificando nome de usuário e senha

Não sei bem como iniciar um relato de algo que me incomoda profundamente e faz perceber a inutilidade de preocupações. Então desacreditei no amor, e assim me senti um pouco melhor, aderindo à moda perspicaz do sexo sem lei. Uma entrega de encontro marcado e compromissos que findariam com o pagamento da conta, isso sim seria fidelidade. Mas não foi bem o que aconteceu. Arranjos poéticos e merecedoras tragédias confundiram o caminho, que não pendeu para sentimentos, e desalinharam as aparências de suspeita felicidade constrangedora. O sorriso não era o bastante, o toque parecia frio e a vontade não era bem o que se desejava... Eram dois corpos cumprindo uma missão defeituosa de egos patéticos. Rapidamente o pânico deu lugar ao prazer, que se fez passageiro, mesmo com ar de dever cumprido – não conseguimos disfarçar e aquilo entrou para a lista de coisas que poderiam ter sido evitadas. Não entendo por que o majestoso Murphy não interferiu com sua lei infalível – talvez o conjunto de acontecidos seja a própria explicação. Por fim, não acredito em arrependimentos, pois são desnecessários, obsoletos. De que adiantaria amargar meu peito com lembranças impertinentes? Sei que desperdicei um dia da minha vida na reflexão dolorosa do discurso de uma pobre criatura que se viu indefesa diante dos poderes da carne e dos desejos da alma. Entendo que pago caro por tudo aquilo que sou, represento e reconheço, mas não entendo sutilezas da identidade que atraem e parecem repelir, que de tão bela manifesta a fera – que de tão simples me fez complicar.

sábado, 11 de julho de 2009

Falar de Segredos

Todas as vezes que você sai, e deixa comigo teu cheiro, não tenho certeza do que sinto. O amor é diferente daquele que um dia me fez sorrir, chorar e sentir. Não conheço o ódio, mas acredito que ele também possa estar no meio da confusão sentimental, cheio de orgulho, alimentado pelo ego: isso não é saudável, como também não é te querer bem.

Errei por acreditar no perfeito, por saber que não era suficiente e por aceitar como a melhor maneira da possível. Por não ter lutado, por ter fingido e não ter te esquecido como me fora aconselhado... Mas sinto que meu amor, precisaria do mesmo grau de surpresa para sufocar tudo aquilo que me faz sofrer: confesso que não é fácil te ver sorrindo no meio do nada.

Talvez minha inspiração tenha ido com tudo aquilo que agora consegui lembrar. Com minha incapacidade de lidar com sentimentos, meu desagrado com o destino e meus desejos, que não batem com os seus e por isso se tornaram inviáveis.

Um dia, chorando por ti, me disseram que o amor se constrói com uma história, que deve ser longa, intensa e dramática. Tudo o que vivo até hoje, mas ainda não tenho a certeza que encontrei algum amor de verdade – já acreditei, mas hoje acordei choroso, carente e sem você, que tira meu sono e rouba meus pensamentos.